Reflexão

Pessoas devem amar pessoas

25/07/2010

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Caros leitores, não poderia deixar de relatar meus sentimentos mais profundos que foram aguçados pelo filme “O lado cego”. O filme tem um elenco privilegiado, trata-se de uma obra baseado em fatos reais, recorde de bilheteria e arrecadação, indicado a diversos prêmios, mas o que realmente importa é que meche com nossos sentimentos e nos faz pensar.

Pessoas devem amar pessoas, ficar feliz em poder ajudar e mudar o futuro de alguém, fazer o bem sem realmente olhar a quem. Fomos criados para nos relacionarmos uns com os outros, sermos companheiros e viver em comunidade, mas infelizmente o amor pelo próximo tornou-se em amor a mim mesmo, a minhas coisas, aos meus sonhos. Pessoas amam coisas, pessoas amam sonhos, pessoas amam animais, pessoas amam qualquer coisa, quando deveriam amar pessoas.

Fico feliz em ver uma atitude, como a da personagem principal do filme, sendo louvada e exaltada, colocada em evidência. Fico triste em ver que eu, EU, Eu mesma, não amo pessoas como deveria amar. A história daquela mulher renovou meus pensamentos e idéias, me fez refletir e pensar o quanto eu posso ser importante para alguém.

Não posso mudar o mundo, não sei se quero adotar uma criança, não sou envolvida diretamente com ações sociais, não ajudo pessoas em situações de calamidade, mas prometi para mim mesma… Vou amar. Prometo olhar o meu próximo com amor. Um bom dia para o catador de lixo, um Deus te abençoe para um pedinte, ajudar um cego a pegar um ônibus ou até sorrir para um flanelinha, essas e outras atitudes mudam vidas, tocam corações e nos deixa ainda mais fortes em saber que podemos e devemos AMAR PESSOAS.

Sheila Eva

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Questão de escolha

11/07/2010

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“A felicidade é uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento ou satisfação até à alegria intensa ou júbilo.”

Você já parou para pensar que ser feliz é uma questão de escolha? Pois hoje quero confrontar todas as suas teorias sobre felicidade te mostrando que tudo parte de um tal de ponto de vista.

O mais interessante é que você decide sofrer, ou ser feliz, se alegrar, ou ficar triste e ai você diz: LOUCA. Realmente parece loucura essa teoria, mas deixe mostrar uns exemplos:

Você decide acordar de mau humor por que vai ter que trabalhar de novo as 8 da matina de uma segunda-feira, ou acordar feliz por que vai ter um trabalho de novo as 8 da matina de uma segunda-feira. Hum? Não entendeu? Certo, o que eu quero que você entenda é que tudo depende do ponto de vista da situação, olhar o seu trabalho como uma benção onde diversas pessoas gostariam de está, e não estão, lembra que você um dia ralou para está ali e que será remunerado no fim do mês, é de graça e vale muito mais a pena do que o contrário.

Você não vai mudar o mundo nem seu chefe ou coisa alguma, mas dentro de você brotará um fio de esperança de algo melhor e o desejo intenso de estar satisfeito (ops!! Vi essa palavra lá em cima). Chorar a noite toda e o dia todo e parar sua vida em função de um fim de relacionamento. Ou ainda sofrer, chorar, tomar um chá, um banho pensar um pouco o porquê de tudo e isso, tomar nota do que fez errado, analisar o que de bom teve e seguir em frente na certeza de estar forte para fazer o que for possível para sua felicidade. Não quero dizer que não temos tempos de sofrer, quero que saiba que mesmo sofrendo sou feliz, pois a felicidade é muito mais que momentos, é um estilo de vida.

Obs.: Sou rica, tenho uma casa perfeita, marido rico, bonito, tenho tudo o que preciso para viver, sou inteligente, me aceito como sou e sou feliz assim. Minha UTOPIA me leva a momentos de total realização e sua realidade te leva aonde???? SEJA FELIZ

Bjus…

Sheila Eva

Socorro, sou nomofóbica

13/06/2010

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Não consigo viver sem ele, ele me acorda, me ajuda durante o dia, me dá informações precisas a todo momento, me sinto super segura quando ele está do meu lado. Sou uma inútil se sair sem ele, quer dizer… meu mundo cai, o meu dia acaba, se por algum motivo tolo passamos o dia sem nos ver. E ai quando nos reencontramos, milhões de coisas ele me diz, fico angustiada, como pude ter passado tanto tempo sem você!!!! Meu querido celular….

Se você, assim como eu, já criou essa dependência por esse negocinho eletrônico que faz barulho, que aos nossos ouvidos parece um dialeto todo particular, que nos deixa em apuros quando esquecemos em casa ao sair pra trabalhar e nos dá uma sensação de “ninguém mais vai me achar no munnnndo”. Cara amiga quero te dizer que você está prestes a se tornar uma NOMOFÓBICA.

Essa é uma doença dos tempos modernos que diagnosticou uma dependência exagerada por celular. Pessoas que não vão ao banheiro sem o amigo, dormem com ele ao lado da cama, andam com o carregador na bolsa, caso ele venha descarregar, se sentem irritadas ao perceber que deixaram o amiguinho em casa e o mais importante, não consegue desligá-lo por livre e espontânea vontade para dá um cochilo a tarde num final de semana, essas sofrem de um distúrbio chamado nomofobia (medo de ficar sem o celular).

Precisamos entender que há vida sem celular, claro que durante o nosso dia precisamos dele para diversas coisas (cada vez mais coisas), mas precisamos nos libertar desse vício, isso mesmo V-Í-C-I-O, como os viciados em drogas e em jogos e em sei lá o que, esse vício também pode fazer mal. Quando essa dependência ocupa nossa vida, passamos a sair da reunião de professores da escola de nossos filhos para atender uma ligação (afinal, era número confidencial eu nem tinha como retornar) e ai no meio de um passeio em família, só um minutinho tenho que atender pode ser alguém importante e no meio do sono….atende! De repente ganhei na mega sena e estão querendo me avisar…

Não quero dizer que devemos deixar de lado os celulares, mas sim tirar dele o foco de nossa vida e eu te desafio a ainda hoje ter um almoço de qualidade sem o celular e com a família reunida, uma hora só, é seu direito, vale a pena, desligue o celular para garantir que ele não te domina.

Não se preocupe quando ligá-lo novamente a sua operadora vai te dizer quem te ligou!!!

Bom dia a todas…

Sheila Eva

Raphaela Cavalcanti

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Precipitação!!!

08/06/2010

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Gente esse quadrinho me fez refletir bastante, não pelo fato de eu ser mãe, mas pelo fato que muitas vezes nos antecipamos com muitas coisas e terminamos tirando conclusões precipitadas. Quando a consequência é insignificante, ótimo, mas e quando toma proporções mais sérias como a do quadrinho o que fazer?

Fica aqui a dica  para pais e filhos, marido(namorado) e mulher(namorada), amigos, irmãos etc.

Que vocês tirem algum proveito!!!

Beijocas

Raphaela Cavalcanti

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“Lotado, o Brasil todo está aqui”

30/05/2010

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Não sei quanto a vocês amigos, mas eu sinto algo mudar quando é ano de copa. As árvores ficam mais verdes, os pássaros mais amarelos, as ruas mais belas, os noticiários menos sangrentos, brota uma esperança de mundo melhor… e os brasileiros? Mais ricos… Não? Claro que sim! Os brasileiros que jogam, os brasileiros que fazem parte da comissão, os brasileiros que patrocinam, os brasileiros que transmitem os jogos….

E ai você me pergunta por que estou sendo irônica? Afinal de contas os jogos divertem até aqueles que não gostam de jogos, o espírito de torcedor entra nos nossos corações e passamos a ser mais brasileiros do que nunca, posso até contemplar advogados atrasados parando em frente a primeira TV que encontrar e vibrar um GOOOOLLL com o menino de rua ao seu lado. Realmente tenho que admitir que isso é ótimo!

O que eu quero destacar aqui é que existe dentro de nós um sentimento de AMOR e orgulho quando falamos de futebol, mas infelizmente esse amor parece temporário, ele só vem de quatro em quatro anos e ele é movido por um combustível chamado competição e ai é onde está o problema.

Por que será que esse espírito de competição não é aflorado quando a questão é a classificação de países com o menor índice de criminalidade? Ou o número 1 em educação? Ou ainda o primeeeeeeeeeiro lugar em igualdade social? Por que não nos empenhamos e nos dedicamos em batalhar e dizer “Lotado,o Brasil todo está aqui” quando o assunto é ajudar o próximo? Abraçar um amigo de trabalho e vibrar por que ele foi promovido, gritar VAI Brasil!!! na corrida contra o crack, chorar com gosto quando ver alguém, perdendo a vida sem merecer, como se fosse o último pênalti, aquele decisivo!!!!

Não quero fazer drama, quero nos alertar (me incluo sempre) a mover dentro de nós esse amor pela pátria também em outros momentos, amar o próximo como se fosse um título alcançado, ajudar e torcer pelo sucesso do outro mesmo que isso não me seja rentável ( se o Brasil ganhar nós não ganhamos um tostão sequer, mas mesmo assim torcemos) vibrar com a alegria alheia, chorar com a dor também.

Que esse espírito guerreiro esteja sempre dentro de cada um, a cada dia, ou pelo menos dentro de você, porque viver com essa esperança de hexa e esse amor de copa dentro do coração sempre, NÃO TEM PREÇO.

Sheila Eva Lucena

Raphaela Cavalcanti

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Já, eu já fiz isso

16/05/2010

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Você já percebeu como o “Um minuto de silêncio” parece ser maior que um minuto? Já se pegou reclamando da internet banda larga de sua casa quando ela demora mais de trinta segundos para baixar uma página? E já reclamou com um amigo que te deixou esperando dez minutos em um encontro? Ficou em dúvida? Está pensando ainda? Pois eu te digo que provavelmente você se inclui no “JÁ, EU JÁ FIZ ISSO”.

Pesquisas recentes mostraram que a geração fast-foods está cada dia mais impaciente. 70% dos entrevistados perderam a cabeça ao esperar mais de um minuto para baixar uma página na internet, mostra ainda que a tolerância para esperar um amigo atrasado a um encontro é de dez minutos e um segundo, após esse tempo a fúria toma conta do cidadão.

Estamos sempre apressados e queremos ser atendidos em um restaurante antes mesmo de sentar, até porque só tenho uma ou duas horas de almoço pra resolver TUDO. Compramos algo na internet e pagamos um SEDEX pra chegar amanhã, se for em correio normal só chega em uma semana. Parece que o mundo está girando mais rápido. Lembro quando eu era criança (e num faz muito tempo rsrsr) celular, eu nem pensava em ter, e as pessoas viviam, se comunicavam e marcavam a hora certa e num precisava dá um toque pra dizer: Já estou aqui, cadê você? A vida seguia, lembro de minha mãe esquentar todas as comidas no fogão sem reclamar e hoje: “O microondas está lento precisam inventar algo mais moderno.”

Mark Schmid, diretor de comunicação da Talk Talk disse: “a velocidade do mundo online está nos deixando menos preparados para esperar que as coisas aconteçam no mundo real, fazendo com que as pessoas cheguem ao ponto de impaciência mais rápido do que antigamente.”

O imediatismo só prejudica a nós mesmos, passamos a ignorar o tempo das coisas e das pessoas, gritamos com nossos filhos por que se atrasaram um minuto, reduzimos o nosso tempo de ficar sem fazer nada com quem amamos, porque ficar sem fazer nada é uma perca de tempo. Convido você hoje a monitorar seu tempo mínimo de impaciência, dez minutos pra esperar alguém? Um dia Pra receber algo? Um ano pra realizar um sonho? Dez anos pra ver seu projeto se realizar? Calcule e pense será que tenho aproveitado realmente meu tempo? Ou tenho passado a maior parte desse tempo reclamando por tê-lo perdido?

Deus tem sonhos e projetos pra você, mas às vezes parece que esperar em Deus é tão demorado… É isso que devemos combater. O AGORA E JÁ das coisas do mundo não se encaixam no tempo de Deus, “Tudo tem seu tempo determinado e há tempo pra tudo debaixo dos céus”. Não se canse nem se fadigue de esperar em Deus, Ele tem o tempo certo pra realizar seus sonhos. “Lançai sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós.”

Não deixe a pressa da vida, tirar de você a esperança de realizar.

Sheila Eva Lucena

Raphaela Cavalcanti

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Oportunidades

03/02/2010

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Aproveitem que o dia está apenas começando e agarrem todas as oportunidades  que aparecerem pois as vezes elas são únicas e não voltam mais.

Beijocas e tenham um maravilhoso dia!!!

Raphaela Cavalcanti

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Você está preparada para coisas novas???

30/12/2009

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“Devemos nos desfazer das coisas velhas, para que Deus possa nos dar coisas novas.” Pr.Silmar Coelho

Diante da chegada do fim de mais um ano, onde no início do mesmo fizemos planos, projetos, sonhamos, arquitetamos, enfim, pensamos em realizar algo, em crescer, desenvolver, devemos parar e refletir, colocar na balança o que conseguimos alcançar e o que não conseguimos. Mas quando falo em refletir não é para nos decepcionarmos com as coisas que não conseguimos fazer, mas sim para traçarmos objetivos mais diretos em relação ao que queremos para o próximo ano. As vezes ficamos felizes porque chegamos aonde queríamos, mas outras nos desesperançamos
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